Policial Estelionato
Morador de Cafezal do Sul denuncia fraude após descobrir linha telefônica registrada em seu nome
Vítima afirma que é a terceira vez que enfrenta o mesmo problema e teve o nome negativado por uma dívida que diz desconhecer
09/07/2026 08h30
Por: Alex Miranda
Ilustrativa

Um homem de 30 anos de idade procurou ontem (8), a Polícia Militar em Cafezal do Sul, para denunciar um caso de estelionato após descobrir que uma linha telefônica foi registrada indevidamente em seu nome. A suposta fraude acabou gerando uma dívida e a inclusão de seu nome nos cadastros de inadimplentes.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima compareceu ao Destacamento da Polícia Militar e informou que recebeu, por e-mail, uma cobrança referente a uma linha telefônica que afirma nunca ter contratado. O documento indicava um débito de R$ 228,86, valor que teria motivado a negativação de seu nome junto aos órgãos de proteção ao crédito.

Durante o atendimento, o homem relatou aos policiais que esta não é a primeira vez que enfrenta esse tipo de situação. Segundo ele, é a terceira ocorrência envolvendo o registro irregular de linhas telefônicas utilizando seus dados pessoais, o que levanta a suspeita de uso indevido de suas informações por criminosos.

Após ouvir o relato, a equipe da Polícia Militar orientou a vítima sobre as medidas que deverão ser adotadas para contestar a cobrança e buscar a exclusão do débito, além de registrar oficialmente a ocorrência.

O boletim foi encaminhado à Polícia Judiciária, que ficará responsável por investigar a possível fraude, identificar a origem do cadastro irregular e apurar a eventual utilização indevida dos dados pessoais da vítima.

Casos de estelionato envolvendo a abertura fraudulenta de contas e contratação de serviços em nome de terceiros têm se tornado cada vez mais frequentes. As autoridades orientam a população a acompanhar periodicamente cadastros de crédito, conferir cobranças recebidas e comunicar imediatamente às instituições financeiras, empresas prestadoras de serviços e às forças de segurança sempre que identificarem movimentações ou contratos que não reconheçam.