Com uma extensa ficha criminal e registros por diferentes tipos de delitos, Caio Alexandre Monteiro Aleixo, de 32 anos, é apontado pela Polícia Civil como suspeito de envolvimento em dois homicídios e em um atentado registrados em poucos minutos durante a madrugada de domingo (19), em Umuarama. O investigado é procurado pelas forças de segurança. A sequência de violência começou por volta das 3h08, quando Wesley Queiroz Tófoli, de 29 anos, foi morto a tiros em frente à própria residência, na Rua 13 de Maio, no Jardim Colibri. De acordo com as informações levantadas durante as primeiras diligências, a vítima estava diante da casa quando um homem se aproximou em uma motoneta Honda Biz branca.
O suspeito teria chamado Wesley pelo nome e, em seguida, efetuado diversos disparos com uma pistola. A mãe da vítima, de 49 anos, tentou intervir e acabou atingida por um tiro no braço esquerdo. Ela recebeu atendimento médico.
Apenas três minutos depois, um segundo homicídio foi registrado na Avenida da Estação, no Jardim Tropical. Gabriel Luiz Jacinto de Souza, de 26 anos, foi encontrado morto em via pública após ser atingido por disparos de arma de fogo. Ele usava capacete no momento em que foi localizado.
Moradores da região relataram ter ouvido os tiros. Quando as equipes policiais chegaram, Gabriel já estava morto. O local foi isolado para o trabalho da Polícia Científica, que recolheu vestígios importantes para a investigação, incluindo estojos de munição. O telefone celular da vítima também foi apreendido.
Durante as primeiras diligências, a mãe de Wesley relatou que o filho vinha recebendo ameaças de morte após um desentendimento anterior relacionado a motivos passionais. A informação passou a ser considerada uma das linhas de investigação para esclarecer a motivação dos ataques.
A rápida atuação dos investigadores permitiu cruzar informações, ouvir testemunhas e analisar vestígios recolhidos nos locais dos crimes. Poucas horas depois da sequência de ataques, a Polícia Civil chegou à identificação de Caio Alexandre Monteiro Aleixo como o principal suspeito.
A corporação, no entanto, afirma que a motivação ainda está sendo apurada e que, neste momento, não há outras informações que possam ser divulgadas sem comprometer o andamento das diligências. Novos detalhes deverão ser apresentados oportunamente, conforme o avanço da investigação.
Segundo a Polícia Civil, o investigado possui extensa ficha criminal, com registros relacionados a crimes de trânsito, furto qualificado, roubo, associação criminosa, adulteração de sinal identificador de veículo automotor, desacato, desobediência, ameaça e omissão de socorro.
Também constam registros por destruição, subtração ou ocultação de cadáver, lesão corporal praticada no contexto de violência doméstica, corrupção de menor, associação para o tráfico de drogas, tráfico de drogas e posse de drogas para consumo pessoal, entre outras ocorrências.
A existência de registros criminais anteriores não significa, por si só, condenação definitiva por todos os delitos mencionados. Cada caso depende da apuração própria e das decisões judiciais correspondentes.
A Polícia Civil continua realizando diligências para esclarecer completamente os dois homicídios e o atentado, confirmar a dinâmica dos crimes, estabelecer a motivação e reunir elementos para a responsabilização dos envolvidos. O suspeito segue sendo procurado pelas forças de segurança.
A orientação da Polícia Civil é que eventuais testemunhas ou pessoas que tenham informações relevantes procurem as autoridades e contribuam com a investigação. A identidade dos informantes pode ser preservada pelos canais oficiais de denúncia.
A sequência de crimes aconteceu em um intervalo de poucos minutos. Por volta das 3h08, Wesley Queiroz Tófoli, de 29 anos, foi morto a tiros em frente à própria residência, no Jardim Colibri. Três minutos depois, Gabriel Luiz Jacinto de Souza, de 26 anos, foi encontrado morto na Avenida da Estação, no Jardim Tropical. No primeiro ataque, a mãe de Wesley também foi baleada ao tentar intervir.
A Polícia Civil afirma que a investigação segue em andamento e que a motivação dos crimes ainda não foi definida. Vestígios recolhidos nos locais, depoimentos e outras diligências são analisados pelos investigadores. O suspeito identificado é procurado, enquanto novas informações devem ser divulgadas somente quando não houver risco de prejuízo às apurações.