Cidades INCÊNDIO EM IPORÃ
Madrugada de fogo reduz mercado a cinzas e exige operação de guerra em Iporã
Incêndio mobilizou mais de 20 profissionais e nove caminhões; chamas destruíram cerca de 1,3 mil m² do estabelecimento
24/07/2026 08h09 Atualizada há 3 horas
Por: Da Redação
Colaboração - Defesa Civil de Iporã

O silêncio da madrugada foi interrompido pelo fogo em Iporã. Por volta das 3h40 desta sexta-feira (24), moradores perceberam que a fachada de um mercado, localizado na região central da cidade, estava em chamas. Em poucos minutos, o incêndio ganhou força e avançou pelo interior do estabelecimento, transformando um espaço de aproximadamente 1,3 mil metros quadrados em um cenário de destruição.

O fogo, que começou na parte frontal do imóvel, rapidamente se espalhou pela estrutura e alcançou também a área do depósito. A construção, feita em concreto, não foi suficiente para impedir que o intenso calor e as chamas provocassem grandes danos. A fumaça tomou conta do local e dificultou o trabalho das equipes de emergência.

A ocorrência mobilizou uma grande força-tarefa. Mais de 20 profissionais participaram diretamente do combate ao incêndio, entre bombeiros, agentes da Defesa Civil e equipes de apoio. Nove caminhões foram empregados na operação, levando água e equipamentos necessários para enfrentar as chamas.

A mobilização ultrapassou os limites de Iporã. Equipes da Defesa Civil de Francisco Alves, Pérola, Cafezal do Sul e Perobal auxiliaram no combate, juntamente com um caminhão-pipa disponibilizado pela Prefeitura de Iporã. A união entre as equipes foi fundamental para impedir que o fogo se espalhasse para outras áreas e provocasse uma tragédia ainda maior.

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Depois de horas de intenso trabalho, as chamas foram controladas. No entanto, o combate ainda exigia atenção durante a manhã, quando os profissionais permaneciam empenhados no rescaldo — etapa essencial para eliminar focos remanescentes e evitar que o incêndio voltasse a ganhar força.

Enquanto as equipes trabalhavam, funcionários do mercado iniciaram uma difícil missão: retirar do interior do estabelecimento as mercadorias que ainda poderiam ser preservadas. O acesso à estrutura precisava ser feito com cautela, diante dos danos provocados pelo fogo, pelo calor e pela grande quantidade de fumaça.

Os prejuízos são expressivos. Conforme os levantamentos preliminares, mais da metade das mercadorias foi atingida de alguma forma, seja diretamente pelas chamas, pela fumaça ou pela água utilizada durante o combate. A destruição alcançou diferentes áreas do mercado, desde a fachada até o depósito.

Apesar da dimensão do incêndio e da força das chamas, o trabalho coordenado das equipes conseguiu evitar que o fogo atingisse outras edificações. A ocorrência, que poderia ter terminado em uma tragédia ainda maior, não deixou pessoas feridas.

As causas do incêndio ainda não foram esclarecidas e deverão ser investigadas.