Um homem de 33 anos foi preso ontem (quinta-feira, 20), em Umuarama, após uma determinação judicial de regressão cautelar para o regime fechado. A prisão foi realizada pela Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio do Grupo de Diligências Especiais (GDE) da 7ª Subdivisão Policial (7ª SDP).
A abordagem ocorreu em uma residência localizada no Conjunto Residencial Ouro Branco. Os investigadores realizavam diligências para localizar o condenado após a expedição do mandado de prisão pelo Juízo Único da Comarca de Xambrê.
De acordo com as informações da Polícia Civil, a ordem judicial está relacionada a uma série de condenações e imputações criminais atribuídas ao homem. Entre elas está o crime de roubo majorado, previsto no artigo 157, parágrafo 2º, do Código Penal.
O mandado também relaciona os crimes de associação criminosa e resistência, previstos, respectivamente, nos artigos 288 e 329 do Código Penal.
Além dessas ocorrências, constam direção de veículo sem habilitação gerando perigo de dano, crime previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), e corrupção de menores, tipificada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Os policiais do GDE localizaram o homem, identificado pelas iniciais R.N.S., dentro da residência no Ouro Branco. Durante a abordagem, ele foi informado sobre a existência do mandado judicial e recebeu voz de prisão.
Não houve informação sobre resistência durante o cumprimento da ordem. Após a abordagem, o preso foi levado pelos investigadores até a sede da 7ª Subdivisão Policial de Umuarama, onde foram realizados os procedimentos de polícia judiciária necessários ao cumprimento do mandado.
Posteriormente, o homem foi transferido para o sistema carcerário. Com a regressão cautelar determinada pela Justiça, ele deverá permanecer recolhido em regime fechado, ficando à disposição do Poder Judiciário.
A regressão de regime ocorre quando a Justiça determina que uma pessoa que cumpria pena em condição menos rigorosa retorne a um regime prisional mais severo. Neste caso, a decisão foi expedida pelo Juízo Único de Xambrê e executada pelos investigadores da Polícia Civil em Umuarama.
O cumprimento do mandado encerrou as diligências para localização do condenado, que agora permanece sob custódia do sistema penitenciário enquanto segue submetido às determinações judiciais relacionadas às condenações existentes.