Umuarama Prisão em Umuarama
Investigado por tráfico é preso pela Polícia Civil em comércio de Umuarama
Homem de 35 anos foi localizado pelo GDE no Jardim Social; mandado preventivo foi expedido pela Justiça da Comarca de Icaraíma
11/09/2026 14h30
Por: Alex Miranda
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial

Um homem de 35 anos, investigado pelo crime de tráfico de drogas, foi preso pela Polícia Civil na manhã de hoje (sexta-feira, 11), em Umuarama. Ele foi localizado por investigadores enquanto estava em um estabelecimento comercial no Jardim Social.

A prisão foi realizada por policiais do Grupo de Diligências Especiais (GDE), da 7ª Subdivisão Policial (7ª SDP) de Umuarama, que deram cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

Conforme as informações divulgadas pela PCPR, os investigadores realizaram diligências para localizar M. R. C. S., de 35 anos, contra quem havia uma ordem judicial em aberto. A abordagem ocorreu em um comércio situado no Jardim Social.

O mandado foi expedido pelo Juízo Único da Comarca de Icaraíma e está relacionado a uma investigação por tráfico de drogas, crime previsto no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006, conhecida como Lei de Drogas.

Depois de localizar o investigado, os policiais fizeram a abordagem e informaram oficialmente sobre a existência da ordem judicial. O homem recebeu voz de prisão ainda no estabelecimento comercial.

Na sequência, ele foi conduzido pelos agentes até a sede da 7ª Subdivisão Policial de Umuarama, onde foram realizados os procedimentos de polícia judiciária relacionados ao cumprimento do mandado de prisão preventiva.

Concluída essa etapa, o homem foi transferido para o sistema carcerário. Ele permanece preso e à disposição do Poder Judiciário, que dará prosseguimento ao processo.

A Polícia Civil não informou detalhes sobre a investigação que resultou na expedição do mandado, como a quantidade ou o tipo de droga eventualmente relacionado ao caso. Também não foram divulgadas informações sobre quando teriam ocorrido os fatos investigados em Icaraíma.

Por se tratar de prisão preventiva, a medida não representa condenação definitiva. O investigado responderá ao processo e terá assegurados os direitos ao contraditório e à ampla defesa.