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O homem apontado como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC), que morreu durante um confronto armado com a Polícia Militar na noite da última quarta-feira (31), no Jardim Belo Monte, em Umuarama, ostentava em redes sociais o uso de colete à prova de balas. Ele era considerado de alta periculosidade e tinha contra si um mandado de prisão por tráfico de drogas. O confronto ocorreu durante o cumprimento de um mandado de prisão contra João Carlos Alves Pereira, conhecido no meio policial como “Lerê”, indivíduo apontado como membro de uma facção criminosa de alcance nacional e considerado de elevada periculosidade.
De acordo com a Polícia Militar, o suspeito vinha sendo acompanhado pela Agência Local de Inteligência (ALI) do 25º Batalhão devido ao seu envolvimento recorrente com o crime organizado. Além do monitoramento constante, ele chamava atenção das autoridades por ostentar armamento e um colete à prova de balas em publicações feitas nas redes sociais, o que reforçava o grau de risco atribuído às operações que o tinham como alvo.
As equipes policiais chegaram até uma residência localizada na Rua Wilma Moreira Zanatto após informações indicarem que o foragido estaria escondido no local. Contra ele havia uma ordem judicial de prisão pelo crime de tráfico de drogas. Diante da confirmação de sua presença no imóvel, policiais da ROTAM e do reforço operacional foram mobilizados para a abordagem.
Ainda segundo a PM, no momento em que os policiais tentaram cumprir o mandado, o suspeito reagiu de forma violenta, efetuando disparos com uma arma de fogo contra as equipes. Houve revide imediato e o confronto durou poucos instantes. João Carlos foi atingido e morreu no local antes da chegada do socorro médico. Nenhum policial ficou ferido na ação.
A área foi isolada para o trabalho da perícia e para os procedimentos legais de praxe. No interior da residência, os policiais apreenderam uma pistola calibre 9 milímetros, munições, porções de substância análoga à cocaína, dinheiro em espécie e um colete balístico, material que, segundo a corporação, evidencia o nível de preparação do suspeito para confrontos armados.
A Polícia Militar informou ainda que João Carlos possuía uma extensa ficha criminal, com passagens por crimes como roubo, tráfico de drogas, associação criminosa, roubo majorado, furto qualificado, porte ilegal de arma de fogo, receptação, além de registros por desacato, desobediência e corrupção de menores. Ele também era investigado por possível envolvimento em um homicídio ocorrido em 19 de dezembro de 2025, que teve como vítima Danilo Ramos Gallo.
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