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A Polícia Civil de Iporã investiga o espancamento de José Marcos Loterio, de 41 anos, ocorrido na noite da quarta-feira (31 de dezembro de 2025), no município de Cafezal do Sul. A vítima foi agredida com extrema violência em via pública e permanece hospitalizada em estado grave. Segundo o delegado Luã Mota, responsável pelo caso, há uma linha de investigação em andamento, mas os detalhes seguem sob sigilo para não comprometer o avanço das apurações.
O ataque mobilizou equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e da Polícia Militar, diante da gravidade das lesões apresentadas pela vítima. José Marcos sofreu múltiplos ferimentos, principalmente na região da face e da cabeça, com intenso sangramento, o que indica a força e a repetição dos golpes.
Após receber os primeiros atendimentos ainda no local, o homem foi encaminhado pelo SAMU a um hospital de Umuarama, onde segue internado sob cuidados médicos. O estado de saúde inspira atenção, e a polícia aguarda informações clínicas que possam auxiliar na tipificação definitiva do crime.
Durante a averiguação da cena, policiais do 25º Batalhão da PM localizaram, próximo ao ponto da agressão, um pedaço de viga de madeira com marcas de sangue. O objeto foi recolhido e encaminhado para análise pericial, sendo apontado como o possível instrumento utilizado no ataque.
A noite de violência chocou moradores da Rua Suíça, em Cafezal do Sul. Testemunhas relataram que três homens teriam participado da agressão, desferindo golpes contra a vítima e, durante a ação, proferindo ameaças de morte, o que reforça a suspeita de tentativa de homicídio.
A Polícia Militar realizou buscas pela região logo após o crime, mas nenhum suspeito havia sido localizado inicialmente. Com a conclusão do atendimento inicial e a coleta de evidências, a ocorrência foi repassada à Polícia Civil, que agora concentra esforços na identificação dos autores, na reconstrução da dinâmica do ataque e na apuração da motivação.
Imagens de câmeras de segurança, depoimentos de testemunhas e o laudo pericial do objeto apreendido devem compor o conjunto de provas analisadas pelos investigadores. A Polícia Civil reforça que informações podem ser decisivas para o esclarecimento do caso e pede que eventuais denúncias sejam feitas pelos canais oficiais, com garantia de sigilo.
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