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Mulheres ocupam posição de destaque e transformam a história da Aciu

Empresárias assumem papéis estratégicos na Aciu e fortalecem o associativismo com novas perspectivas, colaboração e incentivo ao empreendedorismo feminino

09/03/2026 às 15h40
Por: Alex Miranda
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Assessoria/ACIU
Assessoria/ACIU

Em um contexto marcado pela presença de homens em cargos de liderança, o momento vivenciado hoje pela Aciu (Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Umuarama) contrapõe essa realidade e mostra o poder de mulheres que estão transformando a história da entidade, com diálogo, sensibilidade, competência e, sobretudo, a visão de construção coletiva.

Com trajetórias distintas no âmbito profissional, quatro representantes da associação assumem posições de destaque e buscam um objetivo em comum: o fortalecimento do associativismo e o empoderamento de lideranças femininas não apenas no contexto empresarial. Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, compartilhamos a experiência de cada uma delas como forma de inspiração e reconhecimento a todas as colaboradoras da Aciu.  

A Aciu tem à frente da diretoria executiva, a empresária Carla Frasquette, que tem participação ativa no movimento associativista e já liderou o conselho das mulheres da associação. Atualmente, ela também integra o Comitê Mulher do Sicoob Arenito.

Carla destaca que sempre acreditou na força dos movimentos associativistas pelo poder da união e o impacto que o trabalho coletivo pode gerar para transformar realidades.

“Sempre vi no associativismo uma oportunidade de ampliar vozes, fortalecer empresas e, principalmente, criar um ecossistema que aproxima pessoas e ideias em prol do desenvolvimento da nossa comunidade empresarial e de nossa cidade.  Ser presidente da Aciu é, acima de tudo, um compromisso com os valores do associativismo. É entender que cada decisão tomada pode abrir caminhos para empreendedores e líderes”, argumenta.

Ela deixa uma mensagem especial às mulheres para que não deixem que os desafios ditem os limites dos sonhos. “O espaço de liderança é também nosso, e cada conquista feminina abre portas para muitas outras. Que possamos ocupar esses lugares com coragem, competência e sensibilidade, inspirando e apoiando umas às outras. O associativismo nos mostra que juntos somos mais fortes, e quando mulheres se unem, o impacto é ainda maior”.

Aciu Mulher

A empresária Gisenia Ferrarin assume o compromisso como presidente da Aciu Mulher, um conselho composto integralmente por mulheres que pensam no coletivo, promovem eventos e realizam projetos para contribuir com a economia da cidade e o fortalecimento do empreendedorismo feminino.

“A verdade é que muitas de nós acreditávamos que dificuldades no negócio, na vida ou na liderança, eram só nossas. Quando passei a estar mais próxima do Conselho da Mulher, tudo ficou muito claro para mim: nós não estamos sozinhas. Quando mulheres se encontram, conversam e compartilham histórias, descobrimos algo poderoso, que os desafios e as lutas são parecidos, mas a força também”, reflete Gisenia.

Ela acrescenta ainda o poder que o associativismo tem no contexto feminino. “Ele aproxima mulheres que talvez nunca se encontrassem e transforma essa conexão e a união em apoio, aprendizado e crescimento”, ressalta a presidente da Aciu Mulher.

Representatividade jovem

Giselly Auzier é artista plástica, empresária e também divide grande parte do tempo com os trabalhos como presidente do Conjove (Conselho do Jovem Empresário) da Aciu.  Ela comenta que fazer parte da associação, representa uma oportunidade de poder contribuir para que cada vez mais mulheres ocupem espaços de liderança dentro do associativismo.

“Ao longo da minha caminhada no associativismo, nesses dois anos atuando no Conjove, Cacier Jovem e na Faciap Jovem, tenho percebido o quanto a presença feminina traz novas perspectivas, mais sensibilidade nas relações e uma forte capacidade de construção coletiva”, avalia.

Giselly reconhece todos os avanços e as conquistas das mulheres, mas afirma que a luta é contínua. “Acredito que estamos amadurecendo muito enquanto ambiente de liderança feminina. Liderar também é aprender a construir pontes, dialogar e fortalecer aquilo que nos une em torno de um propósito maior: desenvolver nossas cidades, nossos negócios e a sociedade”.

Como referência ao Dia Internacional da Mulher, ela considera muito importante reconhecer o valor de todas que se dedicam ao associativismo. “É preciso também continuar incentivando que cada vez mais jovens mulheres participem, liderem e contribuam com suas histórias e talentos para perpetuar o associativismo na nossa cidade e região”, argumenta.

Coragem e novos desafios

A empresária Ana Flávia Miquelante, instrutora do treinamento Dale Carnegie, sempre encarou com coragem novos desafios. Como presidente do Conjove,  desenvolveu um trabalho que trouxe crescimento e bons resultados ao conselho e hoje assume novo compromisso na associação. “Sair da zona de conforto é nos colocarmos à prova e entender melhor nossas potencialidades e também nossas dificuldades. A experiência no Conjove e agora a responsabilidade de conduzir os núcleos setoriais da Aciu me trouxeram justamente isso: mais consciência sobre mim mesma e sobre a forma como me relaciono e lidero”, afirma.

Ela destaca ainda todo o conhecimento adquirido a cada encontro semanal com os integrantes dos núcleos da Aciu. “Estar à frente de projetos tão importantes, trocando ideias com pessoas de diferentes idades e experiências, amplia muito nossa visão. Além do networking, é um aprendizado constante que também levamos para dentro das nossas próprias empresas. Para mim, tem sido uma oportunidade muito rica de contribuir enquanto continuo aprendendo”, conclui.

 

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