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Polícia Civil desarticula grupo criminoso e prende três suspeitos em Umuarama

Investigados atuavam com fraudes e furtos de materiais de construção; prejuízo chega a R$ 60 mil e vítimas podem ser maiores

17/04/2026 às 20h00
Por: Da Redação
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Kaoana Tainara - Arquivo Tribuna Hoje News
Kaoana Tainara - Arquivo Tribuna Hoje News

A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da 7ª Subdivisão Policial (SDP) de Umuarama, deflagrou na manhã de hoje (sexta-feira, 17) uma operação que resultou na prisão de três pessoas suspeitas de integrar uma associação criminosa especializada em furtos qualificados e estelionatos na região noroeste do Estado.

Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão domiciliar. Segundo as investigações, o grupo atuava de forma organizada, utilizando-se de fraudes para simular a propriedade de materiais de construção. Com isso, contratavam serviços de transporte e, na sequência, subtraíam os produtos.

Um dos casos apurados ocorreu em novembro de 2025, quando os suspeitos furtaram 240 barras de ferro, além de escoras e aprumadores, de um canteiro de obras em Umuarama. O prejuízo estimado chega a R$60 mil. Parte dos materiais foi recuperada em janeiro de 2026, no município de Alto Piquiri.

Durante as diligências desta sexta-feira, dois dos investigados sendo Helio Ribeiro da Silva de 51 anos

e Olívio Adriano Macedo de 49 anos

foram presos em flagrante no momento em que tentavam aplicar um golpe contra um idoso. Eles ofereciam um lote de eucaliptos por R$10 mil, utilizando um contrato com informações falsas, apesar de não serem proprietários da área. Além das prisões preventivas já decretadas, a dupla também responderá por estelionato majorado e uso de documento falso.

O terceiro suspeito Aparecido Adriano Cavalcante 49 anos foi localizado e detido em sua residência, no bairro Córrego Longe, em Umuarama. De acordo com a polícia, os três possuem histórico criminal relevante, incluindo envolvimento em fraudes comerciais e desvios de maquinários na região.

As medidas cautelares foram autorizadas pela Justiça após manifestação favorável do Ministério Público, com o objetivo de garantir a ordem pública e preservar a instrução criminal, especialmente diante de relatos de ameaças a testemunhas.

A Polícia Civil acredita que o grupo possa ter feito outras vítimas e, por isso, solicita a colaboração da população. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelos canais oficiais, como o telefone 197 e o Disque-Denúncia 181.

 

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