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Um caso de incêndio criminoso mobilizou equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros na tarde de hoje (15), no Parque Industrial de Palotina. Um homem foi preso suspeito de incendiar o carro da ex-companheira após não aceitar o término do relacionamento.
De acordo com informações repassadas pela Polícia Militar, a ocorrência foi registrada por volta das 15h, quando equipes foram acionadas pelo Corpo de Bombeiros para prestar apoio em uma situação de dano qualificado envolvendo um veículo em chamas.
Ao chegarem ao local, os policiais encontraram um Fiat Uno completamente tomado pelo fogo. O incêndio aconteceu em frente ao estabelecimento onde a vítima trabalha, causando tensão e preocupação entre moradores e trabalhadores da região.
Durante atendimento da ocorrência, a mulher relatou aos policiais que mantinha um relacionamento com o suspeito, mas havia decidido encerrar a convivência. Segundo ela, o homem não aceitava o fim da relação e passou a apresentar comportamento agressivo.
Conforme o depoimento da vítima, o suspeito teria ido até o local de trabalho dela e ateado fogo no automóvel que estava estacionado em frente ao estabelecimento.
Após colher as informações, a equipe policial iniciou buscas pelo suspeito e se deslocou até a residência dele. No local, segundo a Polícia Militar, o homem admitiu espontaneamente ter incendiado o veículo.
Diante da confissão e dos indícios reunidos durante a ocorrência, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado ao Hospital Municipal para realização de exame de lesão corporal, procedimento padrão antes da apresentação na delegacia.
Na sequência, o suspeito foi levado para a Delegacia da Polícia Civil de Palotina, onde foram adotadas as medidas cabíveis e iniciado o procedimento de investigação do caso.
Apesar do susto e dos danos materiais causados pelo incêndio, não houve registro de feridos. O Corpo de Bombeiros conseguiu controlar as chamas antes que o fogo atingisse outros veículos ou estruturas próximas.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil e poderá ser enquadrado como crime de dano qualificado, além de outras possíveis medidas relacionadas à violência doméstica e patrimonial.
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