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Uma discussão envolvendo familiares durante o período de visita de uma criança mobilizou equipes da Polícia Militar na tarde de ontem (domingo, 7), na região central de Umuarama. O caso reuniu a mãe da menor, a avó materna e a responsável designada judicialmente para acompanhar os encontros familiares, gerando um desentendimento que precisou ser intermediado pelos policiais.
A ocorrência foi registrada por volta das 15h, após a PM ser acionada para averiguar uma possível irregularidade relacionada ao cumprimento de uma decisão judicial que estabelece regras para a convivência da criança com os familiares. Ao chegarem ao endereço informado, os policiais encontraram um ambiente de tensão e versões divergentes sobre a situação.
Segundo informações repassadas aos agentes, o acordo judicial prevê visitas em domingos e feriados, em horários previamente definidos e acompanhadas por uma pessoa responsável pela supervisão dos encontros. Durante a visita deste domingo, porém, houve discordância entre os envolvidos quanto à permanência da criança e sobre a condução dela para outro local.
Uma das partes relatou que a menor teria sido colocada dentro de um veículo contra a vontade de familiares presentes. A acusação, entretanto, foi negada pela outra envolvida, que afirmou que não houve qualquer tipo de imposição ou atitude irregular durante o deslocamento da criança.
Diante das versões contraditórias e sem elementos suficientes que caracterizassem flagrante de crime ou descumprimento evidente da determinação judicial, os policiais optaram por atuar na mediação do conflito. As partes foram ouvidas separadamente e receberam orientações sobre os meios legais adequados para resolver eventuais divergências relacionadas ao acordo de convivência familiar.
Durante o atendimento, a equipe também verificou que a própria mãe da criança autorizou que ela fosse entregue à pessoa responsável pela supervisão antes do horário inicialmente previsto para o encerramento da visita. A concordância ajudou a reduzir o clima de tensão e permitiu que a situação fosse resolvida ainda no local.
Após o diálogo entre os envolvidos e a intervenção policial, a ocorrência foi registrada para documentação dos fatos. Não houve encaminhamento de nenhuma das partes à delegacia, já que não foram constatados indícios de crime ou necessidade de adoção de medidas imediatas por parte da polícia.
O caso poderá ser analisado posteriormente pela Justiça, caso algum dos envolvidos decida apresentar questionamentos formais sobre o cumprimento das regras estabelecidas judicialmente. Enquanto isso, permanece válido o acompanhamento determinado para garantir a convivência familiar da criança dentro das condições fixadas pelo Judiciário.
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