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Uma ocorrência grave de lesão corporal mobilizou equipes da Polícia Militar, ROCAM e CPU na tarde de ontem (19), no Parque San Marino, em Umuarama. A sequência de agressões, marcada por extrema violência e total descontrole, teve como vítimas uma criança de apenas 6 anos, o pai dela, de 25 anos, e uma mulher de 23 anos. O autor, um homem de 34 anos, foi contido e encaminhado para atendimento médico antes de ser levado à delegacia.
Segundo a Polícia Militar, a equipe foi acionada via Copom por volta das 17h10 para atender uma situação de vias de fato. No local, os policiais encontraram o suspeito em estado de alteração extrema, sendo necessária a atuação conjunta das equipes especializadas para garantir a segurança da abordagem.
Um morador relatou que seu filho, de 6 anos, brincava na via pública quando foi surpreendido pelo agressor, que desferiu um soco contra a criança. Assustada, a vítima correu para casa e contou o ocorrido ao pai. Ao tentar esclarecer a situação com o autor, o genitor da criança também foi agredido com um soco no rosto.
A violência não parou por aí. Em meio à confusão, o agressor se apoderou de um pedaço de madeira e tentou atacar novamente o pai da criança, que reagiu arremessando pedras para se defender. Durante a tentativa de intervenção, a esposa do homem também acabou sendo atingida por um soco, sofrendo lesão na região do nariz.
Após as agressões, as vítimas se recolheram à residência e acionaram a Polícia Militar. O autor apresentava hematomas e escoriações, o que motivou o acionamento do SAMU. Ele recebeu atendimento no local e foi encaminhado ao Pronto Atendimento Municipal.
Durante a entrevista, o conduzido não conseguiu explicar com clareza o que havia ocorrido. O pai do agressor informou à polícia que o filho possui diagnóstico de esquizofrenia e apresenta histórico de comportamento agressivo, causando transtornos recorrentes à família.
A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Umuarama, onde todas as partes foram apresentadas para os procedimentos legais cabíveis. O caso segue sob apuração.
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