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A Polícia Civil de Umuarama segue investigando o caso em que um homem de 39 anos foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil na noite de 17 de janeiro, suspeito de envolvimento em um caso de estupro de vulnerável ocorrido no bairro Parque 1º de Maio. A ocorrência foi atendida por uma equipe da Patrulha Rural da Polícia Militar, que realizava patrulhamento ostensivo e preventivo pela região.
De acordo com a PM, por volta das 22h50, moradores abordaram a viatura e pediram socorro, informando sobre uma situação envolvendo uma criança. Os policiais se deslocaram imediatamente até o local indicado, onde foram recebidos por familiares da vítima, uma criança de 4 anos de idade.
Conforme os relatos, o suspeito teria entrado em uma residência vizinha e se dirigido até um dos quartos, onde ocorreu o contato com a criança. O pai da vítima informou à equipe que não presenciou o fato, mas foi comunicado por parentes que estavam no local e teriam visto a ação. Ainda segundo as informações repassadas, outras crianças que estavam próximas perceberam o comportamento do homem e passaram a gritar, chamando a atenção dos adultos.
O suspeito também foi ouvido pelos policiais e apresentou sua versão dos fatos. Segundo ele, teria encontrado a criança na rua, sido chamado para ver um vídeo no celular e, posteriormente, ocorrido um contato rápido. A Polícia Militar registrou que houve dificuldade de comunicação, já que os envolvidos falam predominantemente espanhol.
Diante da gravidade da situação e dos relatos colhidos, os policiais realizaram a condução do homem até a 7ª Subdivisão Policial de Umuarama para apresentação à autoridade competente. O suspeito foi transportado no compartimento de custódia da viatura, sem necessidade de algemas. Os responsáveis pela criança se deslocaram por meios próprios.
O caso foi registrado como estupro de vulnerável e será apurado pela Polícia Civil, que dará sequência às investigações para esclarecer as circunstâncias e responsabilidades.
A Polícia Militar reforça que denúncias de violência ou abuso contra crianças e adolescentes devem ser feitas imediatamente pelo telefone 190 ou diretamente aos órgãos de proteção, para que as vítimas recebam atendimento e as medidas legais sejam adotadas.
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