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Uma moradora de Francisco Alves, de 53 anos, procurou a Polícia Militar após perceber que havia sido vítima de um golpe eletrônico praticado por criminosos que se passaram por funcionários de uma instituição financeira. O caso foi registrado na tarde de ontem (13) e causou prejuízo estimado em cerca de R$ 1,4 mil.
De acordo com informações do boletim de ocorrência, a vítima recebeu mensagens pelo WhatsApp de uma pessoa que afirmava integrar a central de segurança do banco onde ela possui conta. Durante a conversa, o suspeito informou que haviam sido detectadas movimentações consideradas suspeitas e que seria necessário realizar procedimentos urgentes para evitar possíveis perdas financeiras.
Conforme relatado à polícia, o criminoso demonstrava conhecimento sobre operações bancárias e utilizava linguagem técnica para convencer a mulher de que o atendimento era verdadeiro. A vítima acreditou que estava falando com um representante oficial da instituição e passou a seguir as orientações recebidas durante a conversa.
Ainda segundo o relato, a mulher realizou procedimentos diretamente no aplicativo bancário instalado em seu celular. Somente algum tempo depois ela percebeu que havia sido enganada. Ao acessar novamente a conta, constatou que o saldo disponível havia sido retirado, gerando prejuízo aproximado de R$ 1.400.
Após descobrir a fraude, a vítima procurou o Destacamento da Polícia Militar de Francisco Alves para formalizar a ocorrência. Durante o atendimento, ela recebeu orientações sobre os procedimentos necessários junto à instituição financeira, incluindo medidas para contestação das movimentações e tentativa de recuperação dos valores.
A Polícia Militar voltou a alertar a população sobre o crescimento de golpes virtuais envolvendo falsos atendentes bancários. Segundo a corporação, os criminosos costumam utilizar aplicativos de mensagens e ligações telefônicas para enganar vítimas, sempre alegando situações de emergência relacionadas a invasões de contas, compras suspeitas ou bloqueios de segurança.
Os golpistas normalmente criam um cenário de urgência para pressionar as vítimas e induzi-las a realizar operações sem perceber que estão autorizando acessos indevidos. Em muitos casos, os suspeitos conseguem obter códigos de verificação, senhas e liberações diretamente nos aplicativos bancários.
As autoridades orientam que clientes nunca compartilhem informações pessoais, códigos enviados por SMS, senhas ou dados bancários por telefone ou aplicativos de mensagens. Instituições financeiras não solicitam esse tipo de procedimento fora dos canais oficiais de atendimento.
Em situações suspeitas, a recomendação é interromper imediatamente a conversa e entrar em contato diretamente com o banco por meio dos telefones oficiais ou aplicativos autorizados. O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes.
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