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O delegado-chefe da 7ª Subdivisão Policial (SDP) de Umuarama, Izaías Cordeiro de Lima, detalhou hoje (31) as circunstâncias do incêndio criminoso que destruiu uma residência em Umuarama e provocou a morte de um cachorro filhote. Durante entrevista coletiva, o delegado destacou a crueldade atribuída ao principal suspeito e revelou que a Polícia Civil procura identificar um possível comparsa.
De acordo com a investigação, o suspeito esteve na residência horas antes de retornar ao imóvel, por volta das 23h59, quando teria provocado deliberadamente o incêndio. Antes de as chamas se espalharem pela casa, ele teria agredido o cachorro que estava no local e quebrado as patas do animal, impedindo qualquer possibilidade de fuga.
O filhote morreu carbonizado durante o incêndio. Para a Polícia Civil, a maneira como o animal foi deixado dentro da residência aumenta a gravidade dos maus-tratos investigados. A motivação ainda não foi esclarecida, mas uma das hipóteses analisadas pelos investigadores envolve uma possível rivalidade ou até uma ação motivada por vingança.
Lima explica como a Polícia Civil conseguiu reconstruir a dinâmica do crime e quais informações já foram levantadas sobre a participação do investigado.
Mesmo com a prisão preventiva do principal suspeito, a Polícia Civil continua trabalhando para descobrir o que teria levado o homem a incendiar a residência. O delegado-chefe da 7ª SDP, Izaías Cordeiro de Lima, ressalta que o inquérito permanece em andamento e que novas diligências estão sendo realizadas para reconstruir toda a sequência dos fatos.
O acusado ainda não foi formalmente interrogado sobre o incêndio. Ele já estava detido na delegacia por outra ocorrência relacionada à violência doméstica quando a Justiça autorizou a prisão preventiva pelo novo crime.
Dessa forma, segundo o delegado, a Polícia Civil ainda não pode confirmar a motivação do incêndio nem estabelecer definitivamente todas as circunstâncias que levaram o investigado a praticar a ação. A expectativa é de que o avanço das diligências permita esclarecer os pontos que permanecem em aberto.
Na entrevista, Izaías Cordeiro de Lima comenta os próximos passos da investigação e explica por que a motivação continua sendo apurada pelos investigadores.

A investigação sobre o incêndio criminoso envolve diferentes setores da Delegacia de Polícia de Umuarama. Conforme o delegado-chefe da 7ª SDP, as equipes atuam de maneira integrada, reunindo informações obtidas durante as diligências para reconstruir os detalhes do crime.
O trabalho inclui o cruzamento de dados, depoimentos, vestígios recolhidos durante a investigação e outros elementos que possam contribuir para esclarecer a participação dos envolvidos e a possível motivação.
Segundo a Polícia Civil, a estratégia é avaliar todas as informações em conjunto antes de estabelecer conclusões definitivas. O objetivo é esclarecer todas as circunstâncias do incêndio e responsabilizar os envolvidos na ação.
Durante a entrevista coletiva, o delegado Izaías Cordeiro de Lima detalha como diferentes equipes da Polícia Civil estão contribuindo para o avanço das investigações.

Além de reconstruir a dinâmica do incêndio, a Polícia Civil avançou na identificação do material utilizado para provocar as chamas. Durante as diligências, os investigadores analisaram os vestígios encontrados na residência e outros elementos que permitiram concluir que o fogo não começou de maneira acidental.
A destruição do imóvel e os indícios encontrados no local foram determinantes para direcionar a investigação para a hipótese de incêndio criminoso. A partir do cruzamento das informações reunidas, os policiais chegaram ao principal suspeito, que teve a prisão preventiva decretada pela Justiça.
Apesar dos avanços, o caso ainda não foi totalmente esclarecido. Conforme a investigação, um segundo homem teria participado da ação e continua sendo procurado. Até o momento, esse possível comparsa ainda não foi identificado.
Na sonora, o delegado-chefe Izaías Cordeiro de Lima explica qual combustível teria sido utilizado, quais elementos levaram os investigadores a concluir que o incêndio foi provocado intencionalmente e comenta as buscas pelo segundo envolvido.

O delegado destaca ainda que, aparentemente, o crime teria sido cometido em um contexto de muita raiva por parte do acusado. Segundo a investigação, o homem teria ferido gravemente o cão filhote da vítima antes de incendiar a residência, mesmo sabendo que o animal não teria condições de escapar das chamas.
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