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A confirmação da morte cerebral do professor universitário Rodrigo Oliva, natural de Umuarama, provocou comoção entre familiares, amigos, professores e antigos alunos nesta quarta-feira (9). Ele estava internado em estado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Maringá desde domingo (6), quando foi atropelado por uma motocicleta.
A informação sobre a morte cerebral foi confirmada pela família e repassada durante a manhã a pessoas próximas. Desde o acidente, Rodrigo permanecia sob cuidados intensivos devido principalmente ao grave traumatismo sofrido na cabeça.
O atropelamento aconteceu por volta das 19h de domingo, na marginal da Avenida Colombo, nas proximidades do Shopping Catuaí, em Maringá. Conforme as informações levantadas sobre a ocorrência, o professor seguia em direção ao shopping e, depois de atravessar a avenida e acessar a marginal, acabou atingido pela motocicleta.
Rodrigo sofreu uma forte pancada na cabeça e ficou inconsciente. Socorristas do Corpo de Bombeiros e do Samu foram mobilizados para o atendimento e, diante da gravidade do quadro, realizaram a intubação ainda no local.
Depois de estabilizado, ele foi levado à Santa Casa de Maringá e encaminhado diretamente para cuidados intensivos. O motociclista envolvido no acidente também sofreu ferimentos.
Nos dias seguintes ao atropelamento, amigos, familiares, colegas de profissão e ex-alunos se mobilizaram em uma corrente de orações pela recuperação do professor.
Rodrigo mantinha uma forte ligação com Umuarama, onde construiu parte de sua trajetória acadêmica. Ele atuou como professor e coordenador do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Paranaense (Unipar). Atualmente residia em Maringá e integrava o corpo docente da Universidade Estadual de Maringá (UEM).
Além da atividade acadêmica, Rodrigo também era cineasta e advogado, acumulando trabalhos em diferentes áreas ao longo de sua carreira.
Até o momento da publicação desta matéria, familiares ainda não haviam procurado a Acesf, em Umuarama, para repassar informações ou providenciar detalhes relacionados ao local e horário de velório e sepultamento. Por isso, ainda não havia confirmação oficial sobre onde ocorreriam as despedidas.
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