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Falso advogado engana mulher em Umuarama e aplica golpe de mais de R$ 6 mil

Criminoso se passou por advogado, prometeu liberar valores de ação judicial e convenceu a vítima a fazer cinco transferências bancárias que somaram R$ 6.280

07/08/2026 às 16h00
Por: Alex Miranda
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Ilustrativa
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Uma mulher de 47 anos foi vítima do golpe do falso advogado e perdeu R$ 6.280 na noite de ontem (quinta-feira, 6), em Umuarama. A ocorrência foi atendida por equipes do 25º Batalhão da Polícia Militar (BPM) e será investigada pela Polícia Civil.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima compareceu à unidade policial para relatar que ela e a cunhada foram enganadas por um criminoso que entrou em contato por meio de um aplicativo de mensagens, passando-se por um advogado.

Durante a conversa, o golpista informou que uma ação judicial em andamento havia sido julgada favoravelmente e que, para que os valores fossem liberados, seria necessário o pagamento de determinadas taxas por meio de depósitos bancários.

Convencida de que se tratava de um contato legítimo, a mulher realizou cinco transferências para as contas indicadas pelo suposto advogado. Somadas, as operações resultaram em um prejuízo de R$ 6.280.

Após perceber que havia sido enganada, a vítima procurou a Polícia Militar, onde apresentou os comprovantes das transferências bancárias e capturas de tela das conversas mantidas com o estelionatário. As informações foram anexadas ao Boletim de Ocorrência e encaminhadas à Polícia Civil, que ficará responsável pela investigação.

O chamado golpe do falso advogado tem se tornado cada vez mais frequente no Paraná e em diversas regiões do país. Os criminosos costumam obter informações sobre processos judiciais e entram em contato com as vítimas utilizando nomes, fotos e até logotipos de escritórios de advocacia para dar credibilidade à fraude.

As forças de segurança orientam que qualquer solicitação de pagamento para liberação de valores judiciais seja confirmada diretamente com o advogado responsável pelo processo ou junto ao escritório de advocacia. Em caso de suspeita, a recomendação é não realizar transferências bancárias e comunicar imediatamente a polícia.

 

 

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