Participe do nosso grupo no Whatsapp 
As obras de ampliação do sistema de drenagem pluvial na região central de Umuarama exigirão mais interdições nos próximos dias, para o avanço das escavações. Desde o último dia 17, o trânsito está bloqueado no trecho final da avenida Parigot de Souza, nas imediações da rua Floraí. Agora a esquina da avenida Castelo Branco e a quadra inicial da avenida Flórida (até o cruzamento com a rua Bahia) também serão fechadas ao trânsito.
O bloqueio está programado para iniciar nesta quarta-feira, 26, ou mais tardar na manhã de quinta-feira, 27 – conforme o andamento do serviço. Por isso, motoristas que circulam pela região devem procurar rotas alternativas. Uma das opções é a rua Bahia, que não será interditada neste momento, ou a avenida São Paulo, que também é paralela à Castelo Branco.
De acordo com a Secretaria de Obras, Planejamento Urbano e Projetos Técnicos, o trecho será devidamente sinalizado. O secretário municipal de Obras, Renato Caobianco, explicou que a liberação desses trechos vai depender do andamento dos serviços de escavação, implantação dos tubos e recuperação do pavimento.

“Todas as etapas da megaobra de drenagem serão amplamente divulgadas, para minimizarmos os transtornos tanto aos motoristas quanto aos moradores e proprietários de comércios, nas áreas impactadas”, assegurou o secretário.
Neste momento, a empresa responsável pelo serviço vai instalar tubos com 2,5 m de diâmetro e 15 m de extensão. A obra iniciou com tubulação de 3 m no interior do Bosque dos Xetá e agora a rede avançará pelas vias urbanas, começando pela Parigot de Souza, cruzando a Castelo Branco e seguindo pela Flórida. Mais adiante a rede será implantada na rua Bahia, até a Governador Ney Braga.
O prefeito Fernando Scanavaca lembra que está é a maior obra de drenagem pluvial da história recente de Umuarama. O investimento é de R$ 16,5 milhões, com recursos do governo do Estado a fundo perdido. A obra utiliza tubulação em Polietileno de Alta Densidade (PEAD), material mais resistente à corrosão e de execução rápida, para minimizar o impacto no trânsito.
A galeria se estenderá até o Estádio Lúcio Pipino, com a finalidade de eliminar pontos de alagamento na região central que há décadas incomodam a população e causam prejuízos. “Transtornos serão inevitáveis numa obra dessa dimensão, afetando o trânsito e o acesso a moradias e empresas, mas vamos vencer de vez o problema dos alagamentos”, afirmou Scanavaca.
Serão 1.460,00 m de extensão e 2.539 m de tubulação de grande capacidade, para garantir vazão adequada. A rede cruzará as avenidas Castelo Branco e seguirá pela Flórida, ruas Bahia e Ney Braga, cruzando as avenidas Paraná e Brasil, e chegará ao Centro Comercial Piemont. Depois, avançará pela Dr. Rui Ferraz de Carvalho (cruzando as avenidas Flórida e Apucarana), o Bosque Uirapuru e o Estádio Lúcio Pepino, finalizando na avenida São Pedro.
Mín. 15° Máx. 26°